O escritor Manfred Hausmann chamou a serenidade: Serenidade não significa  atitude da pessoa cansada da vida, que vive isolada…Nem o repouso estoico e sua indiferença, aquela atitude que não deixa tirar por nada o sossego, mas que se baseia antes na pobreza de sentimentos ou na repressão dos sentimentos como numa verdadeira dominação e que deveria ser chamada de desprezo do mundo, resignação, audiência de atitude positiva (GRÜNDEL).

A serenidade tem a ver com abandonar. Trata-se de abandonar a si mesmo e sua vida e entregar-se a Deus. Este entregar-se vale também para a experiência da doença e da morte. Entregar-se nas mãos de Deus nessas situações dá paz interior.

Serenidade significa também deixar as coisas como são; não preciso mudar a realidade, posso deixar que as pessoas sejam como são e posso olhá-las  com serenidade, sem a compulsão de ter que mudá-las. A serenidade tem a ver com tolerância: não interfiro no valor das outras pessoas; não preciso mudá-las.

A serenidade exige libertar-se das expectativas e exigências que colocamos para nós mesmos. Serena é tão só a pessoa que está de bem consigo, livre de pensamentos com os quais constantemente avalia a si mesma e seu agir. A serenidade é uma das virtudes da sublime arte de envelhecer.

Peçamos a Deus a graça de vivermos de maneira serena a nossa vida e as nossas relações interpessoais.nao-tenha-medo

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